Entre as muitas alegrias que este projeto/ este mês me ofereceram, destaca-se receber Allan e suas palavras neste espaço. Eu o admiro, admiro seu blog divertido, informativo e acolhedor. Admiro sua disponibilidade e sua gentileza. É sempre um prazer receber seus comentários no Borboletas, é sempre um prazer visitar sua Carta da Itália. E, hoje, é um prazer conhecer Marilene, única, singular e, ao mesmo tempo, símbolo de tantas.
Uma mulher para respeitar e admirar, by Allan Robert
A Borboleta quer saber uma mulher que respeito e admiro. Fácil : basta ser mulher . Como não gosto de homens , não precisa muito para me agradar . Gosto tanto de mulher que casei com uma e fiz outras duas. Brincadeiras à parte , é difícil e injusto eleger apenas uma como representante do maravilhoso universo feminino . Se fosse escrever sobre as mulheres da minha vida (esposa , filhas, mãe …) acabaria sendo piegas demais . Escrever sobre uma mulher famosa ? O que mais eu teria a acrescentar ? Tarefa árdua , Borboleta .
Fui passar o Carnaval em Salvador com meu irmão Dawidson, hospedados na casa da tia que lá morava. Era o ano de 1986 e o que deveria ser um período de férias de um mês acabou sendo esticado por doze anos . Foi no período pré Carnaval de 86 que conheci a Marilene. Era uma tarde de sábado e nós esperávamos que minha tia – pouco mais velha que nós – terminasse de se preparar para sairmos para a farra , que em Salvador não tem hora nem dia para começar . A campainha toca e a Marilene entra com o seu sorriso , beijinhos e um astral digno da cidade , para fazer as unhas da “titia ”.
A última notícia que tive da Marilene através da minha tia (que mudou-se para Macaé) é que ela se formou na mesma área em que atua a empresa na qual ela ainda trabalha . Um dia ela servia café e no dia seguinte havia um escritório todo seu e, como manda o costume local, deixou de ser a Marilene para ser a Doutora Marilene. Foi morar em um apartamento novo com a mãe e as filhas e estava namorando um engenheiro da empresa . Engenheiro como ela . Marilene, anônima mas real .

6 Revelações:
É um prazer poder compartilhar essa História neste blog tão especial, num mês também especial.
Foi comovente conhecer e acompanhar o sucesso da Marilene, a quem desejo sempre novas conquistas e muita felicidade, ainda que distante. :)
que história linda!!! beijinhos
Mulheres e mulheres...parabéns Allan por lembrar de uma anônima que faz a diferença no mundo.
bjs
Jussara
que história linda e que belo texto do Allan, gosto de como ele escreve, o acompanho faz tempo, e aproveitei para conhecer seu blog, gostei de tudo!!
beijo
Ju
Allan, seus textos, comos empre maravilhosos! Nao escreveu sobre a esposa, e ainda deu um jeito de dar uma bajulada nela para nao dormir no sofa...
que delicia conhecer a Marilene.
Uau!
Também tive uma Marilene na minha vida, na verdade se chama Beata.
8 de marco é meu dia, agora fica aqui registrado prá vc tb se lembrar de mim, rs.
Abracos
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